A melhor armazenada em madeira brasileira ou exótica do Festival de Jandaia do Sul 2026: bálsamo herbal e especiado, intenso e equilibrado.
A melhor armazenada em madeira brasileira ou exótica do Festival de Jandaia do Sul 2026: bálsamo herbal e especiado, intenso e equilibrado.
Dourado-claro com reflexos esverdeados, encorpado, límpido e brilhante.
Cana-de-açúcar, anis e cardamomo, com fundo herbal de hortelã, pimentas e frutas amarelas.
Encorpada e fresca, de frescor herbal marcante e ótima bebabilidade.
Equilibrada e intensa, com o buquê aromático e gustativo expressando a identidade brasileira das madeiras.
Final longo e refrescante, em que as especiarias e o herbal permanecem.
Harmoniza com uma cerveja Saison: o perfil seco, refrescante e condimentado faz ponte direta com as notas herbais e picantes, enquanto a alta carbonatação limpa o paladar e sustenta o corpo, ampliando a percepção de anis, cardamomo e hortelã.
Melhor cachaça armazenada em madeira brasileira ou exótica do Festival de Jandaia do Sul 2026
No acervo do Mapa da Cachaça, esta cachaça é a melhor da categoria Armazenada em madeira brasileira ou exótica.
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Um licor fino de pistache provocativo e fora do comum. Recebeu 88,0 pontos no Festival da Cachaça de Jandaia do Sul 2026.

Uma envelhecida versátil e complexa, de personalidade marcante e fora do convencional. Recebeu 83,0 pontos no Festival da Cachaça de Jandaia do Sul 2026.

Uma armazenada longa, de barril de carvalho europeu e bálsamo, de perfil leve e delicado. Recebeu 84,5 pontos no Festival da Cachaça de Jandaia do Sul 2026.
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Tem coloração amarelo ouro, límpida e sem depósitos ou turbidez. No nariz apresenta ser uma cachaça frutada, com notas de banana, se associando ao lado vegetal do bálsamo, a madeira não domina completamente o conjunto, temos aqui uma cachaça com bom equilíbrio entre o lado frutado da cana e as notas típicas da madeira. Em boca tem picancia e confirma o lado frutado, com o fundo vegetal, aparecem notas de gengibre e cardamomo principalmente, e esse frutado que remete a banana madura e algo de abacaxi.
É uma cachaça interessante para coquetelaria, acredito que em um Macunaíma esse lado frutado e picante iriam casar bem ao drink, ao mesmo tempo que o fernet levantaria esse nota vegetal típica do bálsamo, mas que aqui nesse cachaça é mais delicado.
A Matriarca armazenada em Bálsamo foge do estilo de Salinas, o lado vegetal é mais tímido, enquanto o lado frutado aparece mais, tem esse perfil picante, com 42% bem inseridos. Para quem procura um Bálsamo mais fácil do que o de Salinas é uma ótima opção para começar conhecer essa madeira, seu perfil mais adocicado e frutado também vai agradar aos amantes de Rum.

Cachaça armazenada por 12 meses em barris de bálsamo, eleita a melhor de sua categoria no Festival de Jandaia do Sul 2026. Um buquê herbal e especiado — anis, cardamomo, hortelã e pimentas sobre frutas amarelas — em um conjunto intenso, equilibrado e de identidade brasileira.

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A melhor cachaça armazenada em madeira brasileira ou exótica do Festival de Jandaia do Sul 2026. O bálsamo entrega aqui tudo o que se espera da madeira nacional: anis, cardamomo, hortelã e pimentas sobre frutas amarelas, num buquê intenso e equilibrado. Um exemplar de excelência e identidade, daqueles que surpreendem na taça.