
úlio César Benjamim, atual proprietário e destilador da Estação da Cana, só conhecia a cachaça por meio do legado transmitido por seu bisavô. No entanto, ele decidiu mergulhar no mundo dos destilados brasileiros e explorar suas profundezas.
Em busca de adquirir conhecimento, o indivíduo decidiu explorar opções de cursos e palestras. Durante essa jornada, teve a oportunidade de conhecer uma variedade de alambiques e estudar minuciosamente o processo de produção de cada um deles. Essa experiência intensa o levou a dar início ao plantio da cana que se tornaria a base da sua própria cachaça, em 2015. Com a cana devidamente plantada, surgiu a necessidade de escolher um nome que não só representasse sua família, mas também a cidade em que ele está inserido. Surpreendentemente, essa tarefa não se mostrou tão desafiadora como esperado.
Por mais de quatro décadas, Juréia se destacou como um centro ferroviário de grande importância. De forma curiosa, em 1911, exatamente quando a construção da ferrovia começou, a família de Benjamim decidiu migrar para essa mesma região. Nesse sentido, tornou-se mais do que apropriado batizar sua bebida de Estação da Cana, de forma a celebrar tanto um marco fundamental da área quanto sua própria família.
Como as cachaças passam por um processo de destilação usando alambiques de cobre, elas são armazenadas e amadurecidas em barris de madeira usando o sistema de soleiras. A produção garante um rigoroso controle de qualidade para criar uma bebida destilada fina e autêntica.
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