A Princesa Isabel – O Grande Buda – 2025 L/01 é uma cachaça Blend armazenado (40%, 700ml) produzida pela cachaçaria Princesa Isabel. Na degustação às cegas do Mapa da Cachaça, recebeu 88 de 100 pontos — 3 estrelas — com notas de Canela, Floral, Mel.


A Princesa Isabel – O Grande Buda – 2025 L/01 é uma cachaça Blend armazenado (40%, 700ml) produzida pela cachaçaria Princesa Isabel. Na degustação às cegas do Mapa da Cachaça, recebeu 88 de 100 pontos — 3 estrelas — com notas de Canela, Floral, Mel.
No acervo do Mapa da Cachaça, esta cachaça é a 2ª da categoria Blend armazenado.
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Estrada Bebedouro x Baunilha, Km 26 Desengano Linhares - ES 29055-570
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A Grande Buda apresenta um dourado de brilho intenso e convidativo, com lágrimas moderadas. No nariz, a amburana se impõe com delicadeza, sem excessos: notas florais, melado, leve baunilha e castanhas surgem com suavidade, enquanto as especiarias tradicionais da madeira — canela — aparece discreta. Com o tempo na taça, o caráter doce-floral da madeira ganha intensidade.
Em boca, a cachaça tem corpo leve, com uma picância que cresce até a média intensidade, momento em que a canela se torna mais perceptível. A acidez é viva, a sensação alcoólica é baixa, e o dulçor floral evolui para algo próximo ao mel mais fluido, lembrando jataí. Há um bom equilíbrio entre dulçor e acidez, e o corpo leve não é ausência, mas proposta: trata-se de uma cachaça pensada para ser fácil e de alta bebabilidade. O retrogosto vai do curto ao médio, com predominância do adocicado e da picância final. Acompanha muito bem queijos curados.
Trazendo aqui a ideia do Buda e da contemplação, não sei se foi intencional dos produtores, mas faço um paralelo entre a proposta da leveza — perceptível no corpo, na suavidade aromática e na maneira como a bebida se revela aos poucos — e a leveza cultivada em práticas de meditação.
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A Grande Buda apresenta um dourado de brilho intenso e convidativo, com lágrimas moderadas. No nariz, a amburana se impõe com delicadeza, sem excessos: notas florais, melado, leve baunilha e castanhas surgem com suavidade, enquanto as especiarias tradicionais da madeira — canela — aparece discreta. Com o tempo na taça, o caráter doce-floral da madeira ganha intensidade.
Em boca, a cachaça tem corpo leve, com uma picância que cresce até a média intensidade, momento em que a canela se torna mais perceptível. A acidez é viva, a sensação alcoólica é baixa, e o dulçor floral evolui para algo próximo ao mel mais fluido, lembrando jataí. Há um bom equilíbrio entre dulçor e acidez, e o corpo leve não é ausência, mas proposta: trata-se de uma cachaça pensada para ser fácil e de alta bebabilidade. O retrogosto vai do curto ao médio, com predominância do adocicado e da picância final. Acompanha muito bem queijos curados.
Trazendo aqui a ideia do Buda e da contemplação, não sei se foi intencional dos produtores, mas faço um paralelo entre a proposta da leveza — perceptível no corpo, na suavidade aromática e na maneira como a bebida se revela aos poucos — e a leveza cultivada em práticas de meditação.

Um blend de carvalho e amburana doce e desafiante, que une o aconchego da amburana à estrutura do carvalho. Recebeu 85,5 pontos no Festival da Cachaça de Jandaia do Sul 2026.

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