Germana

Centenária, a Germana nasceu com o tropeiro Sergio Caetano, que trocava cachaça e rapadura por sabão e querosene ingleses — tradição viva em Nova União (MG).
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A história

A história da Germana

Produzida há mais de um século, a cachaça Germana é criação de Sergio Caetano, tropeiro que, em suas viagens por Minas Gerais, trocava cachaça, rapadura, fubá e açúcar por sabão e querosene vindos da Inglaterra. Para evitar que suas garrafas quebrassem durante as longas viagens a cavalo, o cachaceiro as revestia com palha de bananeira, criando no processo uma identidade rústica e emblemática.

A marca Germana foi inspirada na freira de mesmo nome que residia nas proximidades do alambique e que atraía milhares de pessoas por causa dos remédios preparados por ela com cachaça e ervas. A produção é feita com caldo de cana caiana roxa. Na fermentação, seguem a Escola do Fermento Caipira, usando leveduras selvagens e uma receita secreta para a formação do pé de cuba. A destilação é feita em alambique de cobre com fogo direto. Nas salas de envelhecimento, possuem barris e dornas de carvalho francês, amburana, bálsamo e inox.

Como se produz

O alambique

Fazenda
Responsável
O que produz
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— mil litros
Marcas
Cana própria
Destilação
Madeiras que trabalham
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