Minas Gerais é, com folga, a capital da cachaça artesanal: segundo o Anuário da Cachaça 2024 do Ministério da Agricultura, o estado concentra 501 alambiques registrados (39,6% do Brasil), 2.492 cachaças (34,5% dos rótulos do país) e impressionantes 3.478 marcas. São 256 municípios produtores — nenhum outro estado chega perto — e a maior densidade cachaceira do país: um alambique para cada 42.560 habitantes.
O coração dessa tradição é o norte de Minas, onde Salinas — a Capital Mundial da Cachaça, com Indicação Geográfica desde 2012 — lidera o município com mais rótulos do Brasil (292). A região se estende por Taiobeiras, Januária e o Vale do Jequitinhonha, berço das cachaças envelhecidas em bálsamo e amburana, madeiras nativas que definem o perfil aromático mineiro.
Mas Minas é plural: o sul cafeeiro abriga joias como Três Pontas e Passa Quatro, na Mantiqueira; o centro histórico guarda Pitangui e três séculos de aguardente em Martinho Campos; e a Zona da Mata preserva engenhos coloniais. Cada região imprime seu terroir no destilado.
A cachaça mineira coleciona prêmios internacionais e referências culturais — do alambique de cobre artesanal à mesa dos melhores bares do mundo. Não por acaso, é em Minas que acontece a Expocachaça, maior feira do setor.
Explore abaixo as cachaças, os produtores e os alambiques de Minas Gerais mapeados pelo Mapa da Cachaça e mergulhe no maior universo cachaceiro do planeta.
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Minas Gerais é, com folga, a capital da cachaça artesanal: segundo o Anuário da Cachaça 2024 do Ministério da Agricultura, o estado concentra 501 alambiques registrados (39,6% do Brasil), 2.492 cachaças (34,5% dos rótulos do país) e impressionantes 3.478 marcas. São 256 municípios produtores — nenhum outro estado chega perto — e a maior densidade cachaceira do país: um alambique para cada 42.560 habitantes.
O coração dessa tradição é o norte de Minas, onde Salinas — a Capital Mundial da Cachaça, com Indicação Geográfica desde 2012 — lidera o município com mais rótulos do Brasil (292). A região se estende por Taiobeiras, Januária e o Vale do Jequitinhonha, berço das cachaças envelhecidas em bálsamo e amburana, madeiras nativas que definem o perfil aromático mineiro.
Mas Minas é plural: o sul cafeeiro abriga joias como Três Pontas e Passa Quatro, na Mantiqueira; o centro histórico guarda Pitangui e três séculos de aguardente em Martinho Campos; e a Zona da Mata preserva engenhos coloniais. Cada região imprime seu terroir no destilado.
A cachaça mineira coleciona prêmios internacionais e referências culturais — do alambique de cobre artesanal à mesa dos melhores bares do mundo. Não por acaso, é em Minas que acontece a Expocachaça, maior feira do setor.
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