O Espírito Santo é um dos estados que mais cresceram em relevância no cenário da cachaça artesanal brasileira. Com 81 estabelecimentos registrados segundo o Anuário da Cachaça 2024 do Ministério da Agricultura, o estado capixaba tem a maior dispersão produtiva do país: 48,7% de seus municípios abrigam ao menos um alambique registrado.
A tradição da cana no Espírito Santo remonta ao período colonial, mas foi nas últimas décadas que a cachaça capixaba ganhou identidade própria, com destaque para as cachaças orgânicas e os blends premiados. Regiões como Linhares, no norte do estado, tornaram-se polos de produção sustentável e certificada.
Entre os produtores que projetaram o estado estão a Princesa Isabel, referência em cachaça orgânica, a Dose Clássica e a Cambronne. Muitos capixabas envelhecem seus destilados em madeiras nativas como amburana e bálsamo, que conferem aromas de especiarias e baunilha.
Explore abaixo as cachaças, os produtores e os alambiques do Espírito Santo mapeados pelo Mapa da Cachaça e descubra um dos grandes destaques da nova cachaça brasileira.
Perguntas frequentes sobre a cachaça de Espírito Santo
Por que o Espírito Santo se destaca na cachaça artesanal?
Segundo o Anuário da Cachaça 2024, o Espírito Santo tem a maior dispersão produtiva do país: 48,7% dos seus municípios abrigam ao menos um alambique registrado, entre 81 estabelecimentos.
O Espírito Santo produz cachaça orgânica?
Sim. O estado tem destaque em cachaças orgânicas e blends premiados, e Linhares, no norte, tornou-se polo de produção sustentável e certificada. A Princesa Isabel é referência em cachaça orgânica capixaba.
Quais produtores de cachaça há no Espírito Santo?
Entre os que projetaram o estado estão a Princesa Isabel, a Dose Clássica e a Cambronne. Veja abaixo as cachaças capixabas mapeadas pelo Mapa da Cachaça.
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O Espírito Santo é um dos estados que mais cresceram em relevância no cenário da cachaça artesanal brasileira. Com 81 estabelecimentos registrados segundo o Anuário da Cachaça 2024 do Ministério da Agricultura, o estado capixaba tem a maior dispersão produtiva do país: 48,7% de seus municípios abrigam ao menos um alambique registrado.
A tradição da cana no Espírito Santo remonta ao período colonial, mas foi nas últimas décadas que a cachaça capixaba ganhou identidade própria, com destaque para as cachaças orgânicas e os blends premiados. Regiões como Linhares, no norte do estado, tornaram-se polos de produção sustentável e certificada.
Entre os produtores que projetaram o estado estão a Princesa Isabel, referência em cachaça orgânica, a Dose Clássica e a Cambronne. Muitos capixabas envelhecem seus destilados em madeiras nativas como amburana e bálsamo, que conferem aromas de especiarias e baunilha.
Explore abaixo as cachaças, os produtores e os alambiques do Espírito Santo mapeados pelo Mapa da Cachaça e descubra um dos grandes destaques da nova cachaça brasileira.
Perguntas frequentes sobre a cachaça de Espírito Santo
Por que o Espírito Santo se destaca na cachaça artesanal?
Segundo o Anuário da Cachaça 2024, o Espírito Santo tem a maior dispersão produtiva do país: 48,7% dos seus municípios abrigam ao menos um alambique registrado, entre 81 estabelecimentos.
O Espírito Santo produz cachaça orgânica?
Sim. O estado tem destaque em cachaças orgânicas e blends premiados, e Linhares, no norte, tornou-se polo de produção sustentável e certificada. A Princesa Isabel é referência em cachaça orgânica capixaba.
Quais produtores de cachaça há no Espírito Santo?
Entre os que projetaram o estado estão a Princesa Isabel, a Dose Clássica e a Cambronne. Veja abaixo as cachaças capixabas mapeadas pelo Mapa da Cachaça.






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