A Vibra Brasil Jequitiba – Novembro 2025 é uma cachaça Envelhecida em madeira brasileira ou exótica (39%, 500ml) produzida pela cachaçaria Vibra Brasil. Na degustação às cegas do Mapa da Cachaça, recebeu 85 de 100 pontos — 3 estrelas — com notas de Cana-de-açucar, Floral, Garapa, Medicinal.
A Vibra Brasil Jequitiba – Novembro 2025 é uma cachaça Envelhecida em madeira brasileira ou exótica (39%, 500ml) produzida pela cachaçaria Vibra Brasil. Na degustação às cegas do Mapa da Cachaça, recebeu 85 de 100 pontos — 3 estrelas — com notas de Cana-de-açucar, Floral, Garapa, Medicinal.
Quase incolor e límpida, de corpo leve.
Cana-de-açúcar e garapa, com um fundo floral e uma nota medicinal sutil.
Leve e de corpo rápido, com perfil aguado.
Garapa e cana-de-açúcar, direto e leve.
Rápido e leve.
Servir com gelo de água de coco — a doçura discreta harmoniza com a base de cana preservada e atenua a nota medicinal sem mascarar a leveza. Funciona bem também como base de caipirinha tradicional ou em drinks longos com tônica num fim de tarde.
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Cachaçaria Néctar do Cerrado - Rua Anisio Antonio de Carvalho - Alto Umuarama, Uberlândia - MG
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Um envelhecimento em jequitibá de perfil leve e direto: a madeira transferiu pouca cor e estrutura, preservando a base de cana. Mais à vontade em drinks longos e refrescantes do que pura.


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A Famigerada Imburana passa 12 meses em um barril único de imburana que antes maturou uma Russian Imperial Stout — do meu conhecimento, é a primeira cachaça que passou por um barril ex-cerveja. Fermentada com levedura selvagem e destilada em alambique de cobre, é mais uma boa cachaça de Haroldo Narciso.
Ela entrega no visual um dourado alaranjado e lágrimas moderadas.
No aroma, aparecem cereja, mel, coco e baru, acompanhada por toques florais e aquela lembrança de bala de caramelo. Em boca, apresenta corpo moderado com uma picância alta, e bem-vinda. O paladar confirma o que o nariz sugere: caramelo, bala de canela (aquelas redondinhas da minha infância), cereja, notas de castanhas e um sutil caráter fermentado, da base branca.
O retrogosto é longo, complexo, marcado por uma percepção de tosta (contribuição da cerveja), pela especiaria da canela e por uma sensação picante persistente e agradável.
Gosto dessa imburana justamente por ser diferente: ela não traz a doçura floral excessiva que muitas vezes cansa na madeira; oferece uma experiência equilibrada, sem exageros. Também costumo levá-la para meus eventos pelo valor didático — o rótulo, com design direto e um contrarrótulo bastante descritivo, explica de forma clara as diferenças entre imburana, amburana e umburana. No sensorial, chama atenção pelo ineditismo da contribuição do barril que antes envelheceu uma RIS, acrescentando camadas pouco comuns a esse perfil de madeira. É uma verdadeira aula engarrafada, que dialoga com o que aprofundo em um artigo no Mapa da Cachaça.

Um envelhecimento em jequitibá de perfil leve e direto: a madeira transferiu pouca cor e estrutura, preservando a base de cana. Mais à vontade em drinks longos e refrescantes do que pura.

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Um envelhecimento em jequitibá de perfil leve e direto: a madeira transferiu pouca cor e estrutura, preservando a base de cana. Mais à vontade em drinks longos e refrescantes do que pura.