
Givago Pires Alvareganga é mineiro de origem, goiano por adoção e brasileiro por vocação. Sua história sempre esteve conectada ao campo: antes de entrar no universo da cachaça, ele trabalhou com empresas de asfalto e terraplanagem, além de ter sido sócio de um negócio de fertilizantes voltados para soja, milho e cana-de-açúcar. Essa vivência constante com produtores e lavouras moldou um olhar atento para a terra — e para o potencial de tudo aquilo que brota dela.
Com o tempo, surgiu o desejo de empreender de forma mais afetiva, algo que fosse, ao mesmo tempo, hobby e projeto de vida. E como em toda boa história, o acaso também deu uma forcinha. Amigo de longas festas e muitas cachaças, Givago foi apresentado à Nectar do Cerrado, produzida em Monte Alegre de Minas pelo agrônomo Walter Cunha. A descoberta acendeu uma luz: havia ali um caminho possível, saboroso e cheio de identidade.
A partir dessa inspiração, comprou barris de 5 litros para fazer testes e entender, na prática, como a madeira transformava o destilado. Entre experimentos, viagens e conversas com o mestre Walter, Givago escolheu a marca na qual acreditaria como projeto de futuro: Vibra Brasil.
A Vibra Brasil é uma declaração de amor aos biomas brasileiros. O primeiro passo foi destacar o Cerrado Mineiro, berço da Nectar do Cerrado e um dos ecossistemas mais ricos do país. Na sequência, veio a vontade de explorar outras paisagens — e foi aí que o jambu entrou na história. Inspirado pelo irmão, que morava no Pará e tinha contato direto com a planta amazônica, Givago decidiu que o destilado precisaria carregar, também, essa força saborosa do Norte.
Hoje, a Vibra Brasil nasce como uma cachaça que reflete as raízes do produtor e a diversidade do país: mineira de origem, goiana de coração e brasileira na essência. É um projeto guiado pelo prazer de criar, pelo respeito aos biomas e pela vontade de celebrar o que o Brasil tem de mais vibrante.
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