A Vibra Brasil Amburana – Novembro 2025 é uma cachaça Envelhecida em madeira brasileira ou exótica (39%, 500ml) produzida pela cachaçaria Vibra Brasil. Na degustação às cegas do Mapa da Cachaça, recebeu 91 de 100 pontos — 4 estrelas — com notas de Alecrim, Caramelo, Cardamomo, Especiarias, Floral, Flores Brancas.
A Vibra Brasil Amburana – Novembro 2025 é uma cachaça Envelhecida em madeira brasileira ou exótica (39%, 500ml) produzida pela cachaçaria Vibra Brasil. Na degustação às cegas do Mapa da Cachaça, recebeu 91 de 100 pontos — 4 estrelas — com notas de Alecrim, Caramelo, Cardamomo, Especiarias, Floral, Flores Brancas.
Cor de palha, límpida, de corpo médio para leve.
Mel e cardamomo, com flores brancas, um perfil floral, cana-de-açúcar e um toque de alecrim.
Amadeirada e condimentada, de corpo médio para leve.
Cardamomo, caramelo e mel, com especiarias, madeira nova e um fundo vegetal.
De duração média, condimentado, com floral persistente.
Cartola — banana frita com canela, queijo coalho e açúcar — clássico nordestino em que o doce e o cardamomo da cachaça ecoam a canela e a banana. Excelente também para flambar maçã ou banana ao fim da refeição, ou servida bem gelada acompanhando a sobremesa.
Uma das melhores envelhecidas em madeira brasileira ou exótica do Final de Safra 2026
No acervo do Mapa da Cachaça, esta cachaça é a 2ª de Minas Gerais.
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Cachaçaria Néctar do Cerrado - Rua Anisio Antonio de Carvalho - Alto Umuarama, Uberlândia - MG
Conheça o alambique, a história e os outros rótulos do produtor.
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Um envelhecimento em jequitibá de perfil leve e direto: a madeira transferiu pouca cor e estrutura, preservando a base de cana. Mais à vontade em drinks longos e refrescantes do que pura.


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A Famigerada Imburana passa 12 meses em um barril único de imburana que antes maturou uma Russian Imperial Stout — do meu conhecimento, é a primeira cachaça que passou por um barril ex-cerveja. Fermentada com levedura selvagem e destilada em alambique de cobre, é mais uma boa cachaça de Haroldo Narciso.
Ela entrega no visual um dourado alaranjado e lágrimas moderadas.
No aroma, aparecem cereja, mel, coco e baru, acompanhada por toques florais e aquela lembrança de bala de caramelo. Em boca, apresenta corpo moderado com uma picância alta, e bem-vinda. O paladar confirma o que o nariz sugere: caramelo, bala de canela (aquelas redondinhas da minha infância), cereja, notas de castanhas e um sutil caráter fermentado, da base branca.
O retrogosto é longo, complexo, marcado por uma percepção de tosta (contribuição da cerveja), pela especiaria da canela e por uma sensação picante persistente e agradável.
Gosto dessa imburana justamente por ser diferente: ela não traz a doçura floral excessiva que muitas vezes cansa na madeira; oferece uma experiência equilibrada, sem exageros. Também costumo levá-la para meus eventos pelo valor didático — o rótulo, com design direto e um contrarrótulo bastante descritivo, explica de forma clara as diferenças entre imburana, amburana e umburana. No sensorial, chama atenção pelo ineditismo da contribuição do barril que antes envelheceu uma RIS, acrescentando camadas pouco comuns a esse perfil de madeira. É uma verdadeira aula engarrafada, que dialoga com o que aprofundo em um artigo no Mapa da Cachaça.

Um envelhecimento em jequitibá de perfil leve e direto: a madeira transferiu pouca cor e estrutura, preservando a base de cana. Mais à vontade em drinks longos e refrescantes do que pura.

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Uma amburana com alma de gengibre e gosto de brasilidade — equilibrada e agradável, ganha complexidade condimentada à medida que evolui na boca. O painel notou um floral persistente e sutis notas medicinais.