A Divina Cana Vulcano 02202400 é uma cachaça Blend armazenado (40%) produzida pela cachaçaria Divina Cana. Na degustação às cegas do Mapa da Cachaça, recebeu 93 de 100 pontos — 4 estrelas — com notas de Amêndoa, Banana, Baunilha, Castanhas, Creme, Frutas Maduras.


A Divina Cana Vulcano 02202400 é uma cachaça Blend armazenado (40%) produzida pela cachaçaria Divina Cana. Na degustação às cegas do Mapa da Cachaça, recebeu 93 de 100 pontos — 4 estrelas — com notas de Amêndoa, Banana, Baunilha, Castanhas, Creme, Frutas Maduras.
No acervo do Mapa da Cachaça, esta cachaça é a melhor da categoria Blend armazenado avaliada em 2025.
Os links de afiliado ajudam a manter o Mapa da Cachaca sem custo para voce.


Divina Cana - MG-167 - Zona Rural, Três Pontas - MG
Conheça o alambique, a história e os outros rótulos do produtor.
Ver a cachaça no catálogo →É sempre bom provar o trabalho da Divina Cana tendo em mente que a sala de armazenamento é o coração vital desse projeto, como já escutei do Paulo e da Regina quando visitei o alambique, lógico que essa qualidade de cachaça só pode ser alcançada com olhos atentos ao manejo do canavial, à fermentação e à destilação delicada antes do produto chegar na madeira.
A Vulcano, blend de jequitibá e carvalho, revela intensa doçura – como podemos esperar pelo encontro das duas madeiras. Mas esse é um dulçor organizado em camadas, primeiro a fruta fresca e as castanhas untuosas que o jequitibá aporta e depois a baunilha e as notas tostadas que o carvalho aporta. Nesse encontro, formam-se sensações que remetem à praliné (doce crocante de castanhas caramelizadas com açúcar), frutas em compota e quando o gole se encerra, ficamos com a leve refrescância (eu juro!) que o carvalho* da Divina Cana tem entregado nas safras que provei.
*Se puder, além da Vulcano, prove também a Jupiter, blend de carvalho europeu e carvalho americano que um dia armazenou rum.
As dornas de jequitibá trabalham de fato para dar contorno à doçura intensa da Divina Cana. Na Mercúrio, um dos últimos lançamentos da marca, nota-se bom volume em boca e harmonia entre as características frescas da cachaça com leve floral e amendoado do jequitibá. O destaque desse rótulo é a textura que emoldura muito bem os 44% de teor alcóolico bem inseridos.
There are no results matching your search

A Grande Buda apresenta um dourado de brilho intenso e convidativo, com lágrimas moderadas. No nariz, a amburana se impõe com delicadeza, sem excessos: notas florais, melado, leve baunilha e castanhas surgem com suavidade, enquanto as especiarias tradicionais da madeira — canela — aparece discreta. Com o tempo na taça, o caráter doce-floral da madeira ganha intensidade.
Em boca, a cachaça tem corpo leve, com uma picância que cresce até a média intensidade, momento em que a canela se torna mais perceptível. A acidez é viva, a sensação alcoólica é baixa, e o dulçor floral evolui para algo próximo ao mel mais fluido, lembrando jataí. Há um bom equilíbrio entre dulçor e acidez, e o corpo leve não é ausência, mas proposta: trata-se de uma cachaça pensada para ser fácil e de alta bebabilidade. O retrogosto vai do curto ao médio, com predominância do adocicado e da picância final. Acompanha muito bem queijos curados.
Trazendo aqui a ideia do Buda e da contemplação, não sei se foi intencional dos produtores, mas faço um paralelo entre a proposta da leveza — perceptível no corpo, na suavidade aromática e na maneira como a bebida se revela aos poucos — e a leveza cultivada em práticas de meditação.

Um blend de carvalho e amburana doce e desafiante, que une o aconchego da amburana à estrutura do carvalho. Recebeu 85,5 pontos no Festival da Cachaça de Jandaia do Sul 2026.

There are no results matching your search