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Fazenda Cachaça Matriarca - Santo Antônio de Barcelona, Caravelas - BA
Conheça o alambique, a história e os outros rótulos do produtor.
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Tem coloração amarelo ouro, límpida e sem depósitos ou turbidez. No nariz apresenta ser uma cachaça frutada, com notas de banana, se associando ao lado vegetal do bálsamo, a madeira não domina completamente o conjunto, temos aqui uma cachaça com bom equilíbrio entre o lado frutado da cana e as notas típicas da madeira. Em boca tem picancia e confirma o lado frutado, com o fundo vegetal, aparecem notas de gengibre e cardamomo principalmente, e esse frutado que remete a banana madura e algo de abacaxi.
É uma cachaça interessante para coquetelaria, acredito que em um Macunaíma esse lado frutado e picante iriam casar bem ao drink, ao mesmo tempo que o fernet levantaria esse nota vegetal típica do bálsamo, mas que aqui nesse cachaça é mais delicado.
A Matriarca armazenada em Bálsamo foge do estilo de Salinas, o lado vegetal é mais tímido, enquanto o lado frutado aparece mais, tem esse perfil picante, com 42% bem inseridos. Para quem procura um Bálsamo mais fácil do que o de Salinas é uma ótima opção para começar conhecer essa madeira, seu perfil mais adocicado e frutado também vai agradar aos amantes de Rum.
A Matriarca Jaqueira é uma cachaça que exemplifica o compromisso com a sustentabilidade e a inovação. Primeiro, trata-se da primeira jaqueira do mercado, inspirando produtores de outras regiões do Brasil a lançarem as suas próprias versões. E os produtores, com uma visão voltada para o futuro, tomaram a iniciativa de reflorestar parte da fazenda com novas mudas de jaqueira, não apenas para garantir a continuidade da produção, mas também para minimizar os impactos ambientais. Essa abordagem consciente não compromete a qualidade, mas sim enriquece o caráter único da cachaça, que se destaca pela utilização dessa madeira originária da Ásia para colaborar com o envelhecimento do destilado brasileiro produzido no sul da Bahia.
A cor amarela ouro intenso já chama a atenção. Esse tom, típico da jaqueira, revela um líquido brilhante, com lágrimas moderadas que deslizam suavemente pela taça, indicando sua complexidade. O aroma traz notas de grama fresca, mel e frutas amarelas como o maracujá, complementadas por um toque floral que adiciona delicadeza à composição.
Na boca, a Matriarca Jaqueira apresenta um corpo leve a médio, com uma sensação adstringente e refrescante. O sabor é uma mistura harmoniosa de elementos vegetais, como grama e feno, equilibrados com a doçura de frutas amarelas e banana verde. Há também um leve toque floral, enquanto a madeira de jaqueira introduz uma nota amarga, quase medicinal, que confere profundidade ao perfil sensorial da cachaça.
O final da Matriarca Jaqueira é curto para médio, simples, com um toque medicinal que persiste suavemente, deixando uma impressão marcante, mas sutil.

Envelhecida em uma combinação inusitada de quatro madeiras (3 brasileiras e uma exótica, a jaqueira), apresenta uma cor dourado-escuro, marcada por um toque amarelado proporcionado pela jaqueira, conferindo-lhe um visual característico. As lágrimas lentas que escorrem pelo copo antecipam a riqueza sensorial que está por vir.
No aroma, a Matriarca 4 Madeiras traz uma combinação exótica e envolvente. Notas de folha de louro se mesclam com o frescor da garapa e o calor da canela. Anis e alga marinha trazem leve aroma medicinal, enquanto a erva fresca e o feno adicionam um caráter terroso e vegetal. Esse perfil aromático complexo prepara o paladar para uma experiência igualmente rica.
Ao degustá-la, a cachaça revela um corpo médio que preenche a boca com uma sensação picante. No paladar, a complexidade continua com nuances de grama, folha de louro e baunilha, complementadas por um toque picante de pimenta-do-reino. O equilíbrio entre as madeiras resulta em uma harmonia que nos revela ser possível criar blends interessantes sem depender do carvalho.
O final é de curto para moderado, com um destaque especial para as notas de pimenta que persistem na boca. Essa Matriarca é uma excelente escolha para ser apreciada pura, oferecendo uma prova de que a criatividade na escolha de madeiras pode levar a resultados notáveis. Ela é uma verdadeira celebração da diversidade e do potencial da cachaça (e suas madeiras) para criação de experiências únicas que só o destilado brasileiro pode proporcionar.
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Tem coloração amarelo ouro, límpida e sem depósitos ou turbidez. No nariz apresenta ser uma cachaça frutada, com notas de banana, se associando ao lado vegetal do bálsamo, a madeira não domina completamente o conjunto, temos aqui uma cachaça com bom equilíbrio entre o lado frutado da cana e as notas típicas da madeira. Em boca tem picancia e confirma o lado frutado, com o fundo vegetal, aparecem notas de gengibre e cardamomo principalmente, e esse frutado que remete a banana madura e algo de abacaxi.
É uma cachaça interessante para coquetelaria, acredito que em um Macunaíma esse lado frutado e picante iriam casar bem ao drink, ao mesmo tempo que o fernet levantaria esse nota vegetal típica do bálsamo, mas que aqui nesse cachaça é mais delicado.
A Matriarca armazenada em Bálsamo foge do estilo de Salinas, o lado vegetal é mais tímido, enquanto o lado frutado aparece mais, tem esse perfil picante, com 42% bem inseridos. Para quem procura um Bálsamo mais fácil do que o de Salinas é uma ótima opção para começar conhecer essa madeira, seu perfil mais adocicado e frutado também vai agradar aos amantes de Rum.

Cachaça armazenada por 12 meses em barris de bálsamo, eleita a melhor de sua categoria no Festival de Jandaia do Sul 2026. Um buquê herbal e especiado — anis, cardamomo, hortelã e pimentas sobre frutas amarelas — em um conjunto intenso, equilibrado e de identidade brasileira.

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