
A Divina Cana cruzou 16 mil quilômetros para levar o nome de Três Pontas, no Sul de Minas, até Kuching, na Malásia. A cachaça mineira integrou a delegação brasileira no Encontro Anual da Rede de Cidades Criativas da Gastronomia da UNESCO, realizado em agosto ao lado do Festival Gastronômico de Kuching — um dos maiores eventos do tipo no mundo.
A participação foi liderada por Belo Horizonte, reconhecida pela UNESCO como Cidade Criativa da Gastronomia desde 2019, que levou consigo produtores mineiros de destaque. No Pavilhão Internacional do encontro, a chef Carol Fadel apresentou a culinária de Minas ao público asiático, em uma mesa que reuniu pão de queijo, doces típicos e a cachaça artesanal da Divina Cana como representante do nosso destilado.



“Estar presente na Malásia representa um marco muito importante para a Divina Cana. É a oportunidade de apresentar a qualidade da nossa cachaça para um mercado internacional”, destacou o produtor. E não é a primeira aventura do rótulo fora do país: a Divina Cana já chegou às prateleiras de Portugal, Estados Unidos, Curaçao e Chile.
Nascida no alambique Ouro Verde, em Três Pontas, a Divina Cana é fruto da história de Paulo Rodrigues, que transformou memórias de infância entre alambiques do interior mineiro em um dos rótulos mais autorais do Sul de Minas. Sua linha batiza os rótulos com nomes de deuses e figuras mitológicas — da Júpiter, um blend de carvalhos, à Mercúrio, envelhecida em jequitibá-rosa —, cada um com um caráter próprio conforme a madeira.
Levar uma cachaça de alambique a um evento da UNESCO na Ásia reforça um movimento que ganha força: o de posicionar o destilado mais brasileiro como embaixador da nossa cultura mundo afora.
Livros e ferramentas criados pelo Mapa da Cachaça para estudar, provar e registrar suas descobertas.
É uma rede da UNESCO que reúne cidades ao redor do mundo que usam a gastronomia como motor de desenvolvimento e identidade cultural. Belo Horizonte integra a rede desde 2019 e liderou a delegação brasileira em Kuching, na Malásia.
A Divina Cana integrou a delegação brasileira liderada por Belo Horizonte, no Pavilhão Internacional do encontro em Kuching. A cachaça foi servida ao lado da culinária mineira apresentada pela chef Carol Fadel, com pão de queijo e doces típicos.
Antes da participação na Malásia, a cachaça já havia chegado a Portugal, Estados Unidos, Curaçao e Chile — um histórico que vem ampliando a presença do destilado mineiro no exterior.
A Divina Cana é produzida no alambique Ouro Verde, em Três Pontas, no Sul de Minas. Nasceu da história de Paulo Rodrigues e batiza seus rótulos com nomes de deuses da mitologia, como Júpiter, Mercúrio e Netuno.

