Descubra o Minas Ginger, coquetel autoral de Bruno Pasquini que destaca a cachaça Jeceaba Jequitibá com amaro, limão e espuma de gengibre — equilíbrio perfeito entre tradição mineira e criatividade na coquetelaria.

O coquetel Minas Ginger propõe uma combinação ousada e harmônica entre ingredientes que equilibram frescor, amargor e leve dulçor. A base alcoólica é a cachaça Jeceaba Jequitibá, que confere corpo e personalidade ao drink com suas notas leves, florais e vegetais típicas do jequitibá-rosa. O amaro traz profundidade e um amargor herbal refinado que se encaixa perfeitamente com a acidez vibrante do limão fresco. Já o xarope simples suaviza o conjunto, enquanto a espuma de gengibre adiciona um toque aromático e picante, completando a experiência com elegância e originalidade.
A protagonista do coquetel é a Jeceaba Jequitibá, primeira cachaça lançada pelo alambique Jeceaba, localizado na Fazenda Bela Vista, no coração da Estrada Real mineira, na região de Campo das Vertentes. Fermentada naturalmente, sem aditivos químicos, e destilada em alambique de cobre do tipo capelo, essa cachaça carrega o terroir local em sua essência. O envelhecimento de dois anos em tonéis de jequitibá-rosa suaviza o destilado e acentua suas notas mais sutis. Seu equilíbrio alcoólico (41%) e seu perfil aromático fizeram dela a base para os demais produtos do portfólio do alambique — como a Jeceaba Premium e a Jeceaba Clássica.

A receita foi criada por Bruno Pasquini, publicitário paulistano de 40 anos e apaixonado pela coquetelaria clássica. À frente do perfil Manual de Coquetelaria, no Instagram, Bruno compartilha seu conhecimento sobre técnicas, ingredientes e histórias dos grandes clássicos e das criações autorais. Também é o inventor do NEBBIA, um defumador de coquetéis que vem conquistando bartenders no Brasil todo. Ao conceber o Minas Ginger, Bruno parte de sua sensibilidade para equilibrar contrastes — e transforma a cachaça mineira em protagonista de um drink contemporâneo, com raízes profundas no Brasil.

Receita completa



A base é a Jeceaba Jequitibá, primeira cachaça lançada pelo alambique Jeceaba. Ela confere corpo e personalidade ao drink com suas notas leves, florais e vegetais típicas do jequitibá-rosa, equilibrando o amargor do amaro e a acidez do limão.
Produzida na Fazenda Bela Vista, na região de Campo das Vertentes, ela é fermentada naturalmente sem aditivos químicos e destilada em alambique de cobre do tipo capelo. O envelhecimento de dois anos em tonéis de jequitibá-rosa suaviza o destilado e acentua suas notas mais sutis. Veja o perfil completo na ficha da Jeceaba Jequitibá.
A espuma de gengibre adiciona um toque aromático e picante que completa a experiência com elegância, enquanto o xarope simples suaviza o conjunto. Ela é feita com suco de gengibre fresco, água, açúcar, limão e gelatina (ou lecitina de soja na versão vegana). Conheça a destilaria da cachaça na página do produtor Jeceaba.
A receita é de Bruno Pasquini, publicitário paulistano apaixonado pela coquetelaria clássica, que mantém o perfil Manual de Coquetelaria no Instagram e inventou o NEBBIA, um defumador de coquetéis. Ele também assina outra criação com a marca, o Jeceaba Brambo.
Além do Minas Ginger, a marca aparece em versões cremosas e clássicas. Experimente a Caipirinha de leite condensado com Jeceaba Clássica e conheça o alambique na página do produtor Jeceaba.
