A marca de cachaça lança o projeto Gouveia Brasil Coquetelaria, com receitas elaboradas pelo consultor Rafael Welbert. O coquetel ‘Arte e Elegância’ leva Gouveia Brasil 44 infusionada com nibs de cacau

A Gouveia Brasil, empresa produtora de cachaças e destilados premium investe também na desmistificação da cachaça e levanta a bandeira de uma coquetelaria brasileira mais genuína com a valorização do destilado nacional.
Ao pensar dessa forma, a empresa criou uma página chamada Gouveia Brasil Coquetelaria, em que o mixologista da marca, o chefe de bar do Balaio IMS Rafael Welbert, criou receitas elegantes e originais feitas com cachaça que não devem nada para os coquetéis clássicos.
Apresentamos aqui o coquetel ‘Arte e Elegância’, feito com cachaça Gouveia Brasil 44, que tem um toque amadeirado e sabor intenso devido ao carvalho, infusionada em em nibs de cacau, mais xarope de cumaru, vermute tinto, Cynar 70 e outras especiarias.
Segundo Welbert, esse coquetel foi inspirado no clássico brasileiro ‘Rabo de Galo’, coquetel criado na década de 1950 feito com cachaça e um tipo de amaro. O mixologista aponta que a versão da receita buscou trazer como estrela principal do coquetel o cacau, como uma forma de homenagear a Bahia.
“Um ingrediente simplesmente fantástico, que trouxe para meu coquetel, seu sabor peculiar e a percepção do inconfundível e delicioso chocolate. Utilizei também o cumaru, chamado de fava tonka (a baunilha brasileira), nativa da Amazônia, ela tem perfume muito agradável com sabor muito peculiar que deu um toque condimentado ao coquetel”, comenta Welbert sobre a inspiração.
Desde 1.900 a família Gouveia Brasil produz cachaça em uma propriedade que ficava entre Turvolândia e São Gonçalo do Sapucaí, no sul de Minas, conhecida como Porto do Vianna.
Nos primórdios, a família se reunia para prosear e degustar uma boa cachaça artesanal feita por eles junto com os deliciosos pratos, e assim essa tradição foi passada para as futuras gerações.


O publicitário e músico Roberto Brasil, terceira geração, pensou em transformar aquela bebida em uma marca e assim tonéis e barris foram cuidadosamente instalados na antiga propriedade, que deu origem a um alambique artesanal moderno, com uma produção controlada e limitada, que configuram o caráter premium das cachaças Gouveia Brasil.
Sob o comando do master blender Armando Del Bianco, a Gouveia Brasil 44 é um blend de cachaça armazenada em carvalho americano e que lembra na memória gustativa a um whisky, fazendo parte da Escola Crossing de produção.
De corpo e sabor intenso devido aos 44% de álcool, daí o nome, proporciona ao paladar sensações de calor, picância, adstringência e doçura, mas sem ser agressiva na boca, o que é um equilíbrio difícil de ser encontrado em outras cachaças.

Receita completa







O coquetel leva a Gouveia Brasil 44, um blend armazenado em carvalho americano que traz toque amadeirado e sabor intenso, aqui infusionada com nibs de cacau. Conheça a história da destilaria na página do produtor Gouveia Brasil.
A Gouveia Brasil 44 lembra na memória gustativa um whisky, com corpo e sabor intenso por conta dos 44% de álcool, mas sem ser agressiva na boca. Esse perfil amadeirado e equilibrado dá base para o cacau e o cumaru se destacarem no drink. Veja o portfólio premium na página do produtor Gouveia Brasil.
Segundo o mixologista Rafael Welbert, a criação foi inspirada no clássico brasileiro Rabo de Galo, feito tradicionalmente com cachaça e um tipo de amaro. A versão eleva o cacau a estrela principal, como homenagem à Bahia. Conheça mais sobre a marca por trás do drink na página do produtor Gouveia Brasil.
O cumaru, também chamado de fava tonka, é descrito como a baunilha brasileira: nativa da Amazônia, tem perfume agradável e sabor peculiar que dá um toque condimentado ao coquetel. Ele aparece na forma de xarope, ao lado do vermute tinto e do Cynar 70. Saiba mais sobre a cachaça que ancora o drink na página do produtor Gouveia Brasil.
Desde 1900 a família Gouveia Brasil produz cachaça numa propriedade entre Turvolândia e São Gonçalo do Sapucaí, no sul de Minas, conhecida como Porto do Vianna. Hoje um alambique artesanal moderno garante produção controlada e limitada, sob o comando do master blender Armando Del Bianco. Veja detalhes na página do produtor Gouveia Brasil.
