


Em Guarani, na Zona da Mata mineira, o Alambique Guarani — da Fazenda Ouro Verde, comandado por Geraldo Magela Neves e Seila Neves — produz as cachaças Dom Bré e Costa Rica. Técnicos em laticínios, o casal trata a cachaça com rigoroso controle de qualidade e práticas sustentáveis.

O Alambique Guarani é o resultado do encontro entre tradições seculares e práticas modernas na fabricação da cachaça mineira de alta qualidade. Projetado e concebido com o objetivo de produzir de forma sustentável, este alambique busca preservar os métodos tradicionais, sem abrir mão das mais avançadas e eficientes boas práticas de fabricação e segurança dos alimentos. O resultado é um produto verdadeiramente único, sem igual e incomparável.
No universo das cachaças produzidas pelo Alambique Guarani, encontramos duas marcas distintas, cada uma com suas raízes e inspirações próprias. Dom Bré e Costa Rica surgiram simultaneamente com o alambique, refletindo a riqueza das tradições mineiras regionais.
A marca Dom Bré, representada por um brasão, remete aos símbolos das famílias tradicionais de Minas Gerais. Ela evoca os princípios éticos e os valores transmitidos ao longo das gerações por essas famílias, que têm sido fundamentais para a preservação e sucesso da cachaça mineira.
Já a marca Costa Rica tem como referência uma fazenda de mesmo nome na região de Guarani. Localizada em uma região serrana, essa fazenda é conhecida não apenas por seu clima agradável, mas também pela famosa pedra do relógio, um importante marco histórico da região. O formato dos dois picos da serra que cercam a fazenda está representado na marca, simbolizando a origem e as características marcantes das cachaças produzidas pelo Alambique Guarani.
Ao unir tradição, história e qualidade, Dom Bré e Costa Rica se destacam como autênticas representantes das cachaças mineiras, oferecendo uma experiência única e apaixonante para os apreciadores dessa nobre bebida. Descubra as particularidades e sabores singulares que cada uma dessas marcas traz consigo, imergindo em um mundo de tradição e sabor.

Cada nota vem da nossa avaliação às cegas, conduzida por um painel de especialistas e calculada pela metodologia Mapa da Cachaça.
É a régua de qualidade da casa — o nosso selo na garrafa.
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Sem resultado
Geraldo Magela Neves e Seila Neves, técnicos em laticínios, na Fazenda Ouro Verde, em Guarani (MG).
Homenageia o percussionista Bré Rosário, amigo do casal; a cachaça-irmã Costa Rica faz referência a outra fazenda da família.
Sim: Selo de Qualidade Anpaq, Certifica Minas e selo kosher.
Cana plantada e colhida localmente, fermentação por leveduras selvagens com fubá de milho (Escola do Fermento Caipira); o bagaço alimenta as caldeiras e o vinhoto vira adubo. São cerca de 40 mil litros por ano.
Sim. Faz parte da rota turística Via Liberdade, e o turismo responde por 25% a 30% do faturamento da destilaria.