Descubra a releitura do clássico Boulevadier com a Cachaça Dom Bré Carvalho. Saiba mais sobre essa cachaça premium, sua produção sustentável no Alambique Guarani e sua importância cultural e turística em Minas Gerais.

O Boulevadier é um clássico cocktail que remonta aos anos 1920, tradicionalmente preparado com bourbon, vermute tinto e Campari. No entanto, em uma interpretação brasileira, vamos substituir o bourbon pela cachaça, adicionando uma profundidade de sabor que apenas a Cachaça Dom Bré Carvalho pode oferecer. Esta receita não só honra a tradição, mas também celebra a rica cultura de produção de cachaça no Brasil.

Receita completa
Produzida no Alambique Guarani, localizado na pequena cidade de Guarani, Minas Gerais, a Cachaça Dom Bré é fruto de uma década de destilação e dedicação dos produtores Geraldo Magela Neves e sua esposa, Seila Neves. A cidade, com cerca de oito mil habitantes, está situada no Circuito Turístico Caminhos Verdes de Minas e faz parte da rota turística Via Liberdade, que conecta diversos estados brasileiros.
O Alambique Guarani, sede da produção da Cachaça Dom Bré, é conhecido por seu compromisso com a sustentabilidade e as práticas de produção de alta qualidade. Fundado em 2013, o alambique adota técnicas sustentáveis, como o uso do bagaço da cana para aquecimento dos equipamentos de destilação e a compostagem de resíduos para fertilização do solo. Além disso, a água utilizada na limpeza dos equipamentos é reaproveitada.
Em 2023, para celebrar seus 10 anos de existência, o Alambique Guarani lançou uma edição especial da Cachaça Dom Bré, envelhecida por uma década em barris de carvalho francês. Esta edição comemorativa, limitada a apenas 510 garrafas, é um verdadeiro tributo à dedicação e ao cuidado na produção da cachaça, oferecendo um perfil de sabor untuoso com notas acentuadas de baunilha.
Além de ser um local de produção de excelência, o Alambique Guarani também é um destino turístico. Inserido na rota Via Liberdade, o alambique recebe visitantes que desejam conhecer mais sobre a produção de cachaça e a história cultural e econômica que a envolve. As visitas guiadas incluem um tour pelas plantações de cana, pelas instalações de destilação e pela adega onde as cachaças são envelhecidas.
O turismo representa uma parte significativa do faturamento do alambique, com visitantes contribuindo para 25% a 30% das vendas no varejo. Durante as visitas, os turistas têm a oportunidade de degustar diferentes variedades de cachaça, entender o processo de produção e apreciar a dedicação com que cada lote é produzido.





É uma releitura do clássico Boulevadier dos anos 1920 — feito tradicionalmente com bourbon, vermute tinto e Campari — em que o bourbon dá lugar à Cachaça Dom Bré Carvalho. A troca acrescenta profundidade brasileira e celebra a cultura de produção de cachaça no país.
A edição comemorativa de 10 anos da Dom Bré Carvalho foi envelhecida por uma década em barris de carvalho francês, com perfil untuoso e notas acentuadas de baunilha. Essa madeira substitui bem o bourbon e conversa com o vermute tinto e o Campari da receita.
No Alambique Guarani, na cidade de Guarani, Minas Gerais, por Geraldo Magela Neves e sua esposa Seila Neves. A cidade, de cerca de oito mil habitantes, está no Circuito Turístico Caminhos Verdes de Minas e na rota Via Liberdade.
Fundado em 2013, o Alambique Guarani usa o bagaço da cana para aquecer os equipamentos de destilação, faz compostagem de resíduos para fertilizar o solo e reaproveita a água da limpeza. O turismo, com visitas guiadas às plantações e à adega, responde por 25% a 30% das vendas no varejo.
Vale experimentar o drink Dom Brunch com Dom Bré Carvalho ou a salada fria com camarões flambados na Dom Bré Amburana.
