A Paraíba é a maior potência cachaceira do Nordeste em número de alambiques: são 55 estabelecimentos registrados, segundo o Anuário da Cachaça 2024 do Ministério da Agricultura — à frente de todos os vizinhos da região. O coração dessa produção é o brejo paraibano, oásis serrano de clima fresco e úmido em meio ao semiárido.
Em 2025, o estado celebrou a conquista da Indicação Geográfica de Areia, reconhecimento da tradição secular dos engenhos do brejo — que se estende por municípios como Alagoa Nova e Cruz do Espírito Santo, na Zona da Mata.
A história é profunda: a Rainha Paraibana é produzida desde 1877 no Engenho Goiamunduba, uma das cachaças mais antigas do Brasil em atividade. Entre os produtores contemporâneos destacam-se a Matuta, embaixadora da cachaça paraibana pelo país, e a Engenho Nobre.
Explore abaixo as cachaças, os produtores e os alambiques da Paraíba mapeados pelo Mapa da Cachaça e descubra por que o brejo paraibano é referência da cachaça nordestina.
Perguntas frequentes sobre a cachaça de Paraíba
Por que a Paraíba é referência da cachaça no Nordeste?
Segundo o Anuário da Cachaça 2024, a Paraíba é a maior potência cachaceira do Nordeste em número de alambiques: 55 estabelecimentos registrados, à frente de todos os vizinhos. O coração da produção é o brejo paraibano, oásis serrano em meio ao semiárido.
Qual é a cachaça mais antiga da Paraíba?
A Rainha Paraibana é produzida desde 1877 no Engenho Goiamunduba — uma das cachaças mais antigas do Brasil ainda em atividade.
A Paraíba tem cachaça com Indicação Geográfica?
Sim. Em 2025, Areia conquistou a Indicação de Procedência, reconhecendo a tradição secular dos engenhos do brejo, que se estende por municípios como Alagoa Nova e Cruz do Espírito Santo.
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A Paraíba é a maior potência cachaceira do Nordeste em número de alambiques: são 55 estabelecimentos registrados, segundo o Anuário da Cachaça 2024 do Ministério da Agricultura — à frente de todos os vizinhos da região. O coração dessa produção é o brejo paraibano, oásis serrano de clima fresco e úmido em meio ao semiárido.
Em 2025, o estado celebrou a conquista da Indicação Geográfica de Areia, reconhecimento da tradição secular dos engenhos do brejo — que se estende por municípios como Alagoa Nova e Cruz do Espírito Santo, na Zona da Mata.
A história é profunda: a Rainha Paraibana é produzida desde 1877 no Engenho Goiamunduba, uma das cachaças mais antigas do Brasil em atividade. Entre os produtores contemporâneos destacam-se a Matuta, embaixadora da cachaça paraibana pelo país, e a Engenho Nobre.
Explore abaixo as cachaças, os produtores e os alambiques da Paraíba mapeados pelo Mapa da Cachaça e descubra por que o brejo paraibano é referência da cachaça nordestina.
Perguntas frequentes sobre a cachaça de Paraíba
Por que a Paraíba é referência da cachaça no Nordeste?
Segundo o Anuário da Cachaça 2024, a Paraíba é a maior potência cachaceira do Nordeste em número de alambiques: 55 estabelecimentos registrados, à frente de todos os vizinhos. O coração da produção é o brejo paraibano, oásis serrano em meio ao semiárido.
Qual é a cachaça mais antiga da Paraíba?
A Rainha Paraibana é produzida desde 1877 no Engenho Goiamunduba — uma das cachaças mais antigas do Brasil ainda em atividade.
A Paraíba tem cachaça com Indicação Geográfica?
Sim. Em 2025, Areia conquistou a Indicação de Procedência, reconhecendo a tradição secular dos engenhos do brejo, que se estende por municípios como Alagoa Nova e Cruz do Espírito Santo.






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