


Nascida em 1996 e estabelecida em 2003 por Carlos José Gama Miranda (Casé) e o irmão Paulo Eduardo, a Paratiana é destilada num casarão histórico em meio à Mata Atlântica, em Paraty (RJ). Envelhece em madeiras como jequitibá, amendoim, amburana, carvalho e bálsamo.

A história da Paratiana começou em 1996, quando Carlos José Gama Miranda, o Casé, e seu sócio, o príncipe d. João de Orleans e Bragança, produziram a cachaça Maré Alta em Paraty. Com o fim da sociedade, Casé e seu irmão, Paulo Eduardo Gama Miranda, iniciaram no bairro da Pedra Branca, em um antigo casarão no meio da Mata Atlântica e nas proximidades da antiga fazenda Muricana, uma nova linha de cachaças, que incluía a Paratiana, a Labareda e a Mulatinha. Além das cachaças, são famosas também suas aguardentes compostas, sobretudo a Gabriela e a Caramelada. Com a ajuda do gestor e mestre alambiqueiro Rogério Pires Machado, a Paratiana conta com uma excelente estrutura para receber turistas, talvez a melhor dos alambiques de Paraty, com um tour guiado pela produção e com a possibilidade de almoçar no excelente Casa Paratiana, da chef Ana Bueno. Rogério espera receber por ano mais de 100 mil turistas. A crescente demanda fez com que os produtores da Paratiana utilizassem canas de Caçapava, no interior de São Paulo, e leveduras selecionadas na fermentação e optassem por armazenar em barricas de madeiras não convencionais em Paraty, como amburana e bálsamo. As motivações de Casé para batizar sua cachaça foram homenagear Paraty, cidade na qual já foi eleito prefeito, e também sua esposa, Ana Bueno, chef e proprietária do restaurante Banana da Terra, localizado no centro histórico da cidade. Casé brinca que chegou em casa com uma garrafa da cachaça e disse: “Para ti, Ana”.

Cada nota vem da nossa avaliação às cegas, conduzida por um painel de especialistas e calculada pela metodologia Mapa da Cachaça.
É a régua de qualidade da casa — o nosso selo na garrafa.
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Sim. Parte da cana é cultivada em Paraty, o que garante o selo de Denominação de Origem para as cachaças, assegurando autenticidade e tipicidade.
Sim. O alambique oferece tours guiados por toda a produção e um museu da cachaça com mais de 4.000 rótulos raros.
Jequitibá, amendoim, amburana, carvalho e bálsamo.
Sim. São famosas suas aguardentes compostas, sobretudo a Gabriela e a Caramelada.
Com levedura Distilamax CN em dornas de inox de 3.500 litros, usando micro-oxigenação no preparo do pé de cuba para um fermento mais saudável.