
Exatamente no local onde hoje destila-se o “ouro líquido” – Isaura, a Aguardente dos Poções. A Sra. D. Luizinha, confirmando a lenda de bondade e generosidade que envolve o seu nome na região, deixou um testamento alforriando os seus escravos e suas famílias e legando ao escravo Eliseu as terras dos “Poções”.
A Sra. D. Luizinha era proprietária de muitas terras e possuía bons escravos que a ajudavam a tocar suas fazendas e também cuidavam da mineração do ouro, em “Poções”. Poções? Grandes poços para onde era desviado o histórico e legendário “Rio das velhas”, na lavagem do ouro.
Eliseu era um “mestre” do alambique, entre outras artes. Fabricava, juntamente com a sua esposa Isaura, rapaduras e açúcar mascavo, subprodutos de uma incomparável cachaça. Eliseu construiu e residiu na casa colonial que ilustra o rótulo, hoje conhecida como: A Velha Fazenda.
Sem resultados