


Produzida na Fazenda Recanto, em São Sebastião, no agreste alagoano, a Gogó da Ema nasceu em 2002 pelas mãos do engenheiro Waldir Tenório e hoje é conduzida pelo filho Henrique. O nome homenageia o coqueiro torto da Praia de Ponta Verde, símbolo de Alagoas.

A cachaça Gogó da Ema é produzida na Fazenda Recanto, na cidade de São Sebastião, no agreste alagoano, região de terras férteis localizada em uma planície de 200m de altitude com características climáticas propícias para o cultivo de fumo, laranja, mandioca, amendoim e cana-de-açúcar. Além da agricultura e da pecuária, São Sebastião é famosa pelo artesanato em renda de bilros.
O alambique da Gogó da Ema foi fundado em meados de 2002 pelo engenheiro civil Waldir Tenório Ferreira, após concluir a especialização em Tecnologia da Cachaça na Universidade Federal de Lavras (UFLA). Seguindo os passos do pai, Henrique Tenório assumiu a produção em 2008 e é o atual mestre alambiqueiro responsável pelo portfólio das cachaças da Gogó da Ema.
O interesse de Waldir e Henrique surgiu da vontade de tornar autossustentável a tradição familiar de mais de cinquenta anos no cultivo da cana-de-açúcar com a produção de uma cachaça de alambique que representasse Alagoas. Como homenagem, deram o nome da cachaça em referência ao coqueiro torto, símbolo cultural e turístico do estado, existente na Praia de Ponta Verde, em Maceió.
O canavial de 5 hectares da variedade RB 86-7515 é cultivado com adubo orgânico e cortado a mão; a fermentação é feita por leveduras selecionadas, e, durante a maturação, são feitos blends que passam por inox, bálsamo, jequitibá-rosa e carvalho.

Cada nota vem da nossa avaliação às cegas, conduzida por um painel de especialistas e calculada pela metodologia Mapa da Cachaça.
É a régua de qualidade da casa — o nosso selo na garrafa.
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Cultiva as variedades RB86-7515 e a ‘roxinha’, com adubo orgânico e corte manual; a safra vai de setembro a fevereiro.
Usa três leveduras selecionadas da linha DestilaMAX da Lallemand (CN, RM e SR), empregadas mundialmente na produção de tequila e uísque.
Passa por inox, bálsamo (de tanoarias de Salinas-MG) e jequitibá-rosa.
O agreste alagoano, numa planície fértil a 200 m de altitude, em São Sebastião — região também conhecida pela renda de bilros.