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@hora_atualA cachaça JP, uma das joias tradicionais de Itupeva, no interior de São Paulo, tem uma história que remonta a 1890. A produção começou nesse ano, mas foi interrompida em 1925 quando Cyrineo Tonoli, um imigrante italiano, adquiriu a propriedade e decidiu cultivar café. Com a crise do café na década de 1940, os filhos de Cyrineo reativaram a destilaria em 1948, trazendo de volta a produção da cachaça JP.
O nome JP é uma homenagem à Serra do Japi, onde a destilaria está localizada. O microclima dessa região é ideal para o cultivo da cana-de-açúcar e a fermentação do mosto, fatores essenciais para a qualidade da cachaça. A Serra do Japi, reconhecida pela Unesco como “Reserva da Biosfera da Mata Atlântica”, é parte importante do patrimônio natural brasileiro e preserva uma das últimas grandes áreas de floresta contínua do interior paulista.
A destilaria JP utiliza uma diversidade de variedades de cana-de-açúcar, colhidas principalmente entre maio e agosto, quando o clima é mais frio. A fermentação, realizada com levedura selecionada CA-11, é feita sem adição de substratos ao pé de cuba, garantindo a pureza do processo.
Desde 2016, as cachaças da JP que passam por envelhecimento em madeira são redestiladas no alambique de coluna, conhecido como “cebolão”. Essa técnica é crucial para a redução dos níveis de carbamato de etila e acidez, preservando os ésteres e aldeídos que são essenciais para o processo de maturação em madeira. O rigoroso controle de qualidade é supervisionado pelo master blender Fernando Tonoli, o que levou a cachaça JP a ganhar destaque no mercado exterior, com presença consolidada na Bélgica e Alemanha.
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