Sebastiana

Conta-se que nos anos 1960 a Fazenda Santa Rufina, em Ibaté (SP), produzia cachaça tão requintada que virou lenda — hoje ela vive na Sebastiana.
2
Lugares
Moenda de cana-de-acucar
Início Produtores Sebastiana
A história

A história da Sebastiana

Dizem que, na década de 1960, a Fazenda Santa Rufina, situada em Ibaté, cidade do interior do estado de São Paulo, produzia um tipo de cachaça tão requintado que um de seus fãs mais dedicados comparava seu sabor às pernas de uma linda moça que trabalhava na destilaria, chamada Sebastiana. Como uma homenagem a ela, a família Barros inicialmente batizou essa cachaça de Perna de Moça.

Passado um tempo, e com o objetivo de preservar mais de 60 anos de tradição, a nova geração de produtores do Alambique Santa Rufina apresentou sua cachaça com o nome de cachaça Sebastiana, também em homenagem à encantadora garota de belas pernas.

Segundo Carlos Alberto Mattos, mestre de alambique e diretor do Alambique Santa Rufina, vencer concursos renomados de bebidas é não apenas uma grande vitória pessoal, mas também uma validação da excelência dos produtos Sebastiana.

Como se produz

O alambique

Fazenda
Responsável
Carlos Alberto Mattos
O que produz
Produção anual
— mil litros
Cana própria
Destilação
Madeiras que trabalham
Galeria

Fotos e vídeos

A chancela do Mapa da Cachaça

O que o painel avaliou

0 avaliações oficiais

Cada nota vem da nossa avaliação às cegas, conduzida por um painel de especialistas e calculada pela metodologia Mapa da Cachaça. 

É a régua de qualidade da casa — o nosso selo na garrafa.

There are no results matching your search

A linha

Rótulos da Sebastiana

0 cachaças

There are no results matching your search

Receba no e-mail

O guia da cachaça, no seu e-mail!

Avaliações às cegas, rótulos novos e histórias do alambique — direto na sua caixa.
Sem spam. Cancele quando quiser.