O Anuário da Cachaça 2024, publicado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), confirma São Paulo como o segundo maior polo de cachaça do Brasil: são 179 cachaçarias registradas, atrás apenas de Minas Gerais. A produção se espalha por 115 municípios paulistas — a segunda maior dispersão do país — refletindo a relevância econômica e cultural da cachaça paulista no cenário nacional.
O estado vive um movimento de renascimento da cachaça paulista, que une destilarias históricas e novos projetos. O mapa produtivo é diverso: Pirassununga, terra da Cachaça 51 e da Companhia Müller; Itirapuã, casa da Barra Grande na Alta Mogiana; o Circuito das Águas, com Amparo e Monte Alegre do Sul; o Vale do Paraíba, de Taubaté a São Luiz do Paraitinga; e a capital, com suas destilarias urbanas e os melhores bares de cachaça do país.
O registro de cachaçarias no sistema Sipeagro, regulamentado pelo MAPA, assegura que a produção paulista atenda aos padrões de qualidade e segurança. Os rótulos do estado vão das cachaças tradicionais às mais inovadoras, com envelhecimento em madeiras como carvalho, amburana e jequitibá, que agregam aromas e sabores singulares.
No comércio exterior, o Brasil exportou 6,7 milhões de litros de cachaça para 74 países em 2024, gerando US$ 14,5 milhões — e São Paulo, com sua infraestrutura logística e localização estratégica, é protagonista desse fluxo. Os Estados Unidos lideram em valor (24,3% do mercado), e a Europa concentra 45,3% das exportações, com destaque para Alemanha e Portugal.
Em volume nacional, a produção declarada de 2024 alcançou 292,5 milhões de litros — alta de 29,6% sobre o ano anterior —, concentrada na região Sudeste (59% do total), onde São Paulo tem papel central. Cada cachaça paulista reflete o compromisso dos produtores com tradição e inovação, do interior canavieiro à coquetelaria da capital.
Explore abaixo as cachaças, os produtores e os alambiques de São Paulo mapeados pelo Mapa da Cachaça e descubra a força do segundo maior polo cachaceiro do Brasil.
Perguntas frequentes sobre a cachaça de São Paulo
São Paulo é um grande produtor de cachaça?
Sim. Segundo o Anuário da Cachaça 2024, São Paulo é o segundo estado com mais estabelecimentos registrados — 179, atrás apenas de Minas Gerais (501) —, distribuídos por 115 municípios paulistas.
A Cachaça 51 é produzida em São Paulo?
Sim. A Cachaça 51 e a Companhia Müller ficam em Pirassununga, no interior paulista.
Que madeiras dão sabor às cachaças paulistas?
As cachaças de São Paulo costumam envelhecer em carvalho, amburana e jequitibá. O carvalho traz notas de baunilha, caramelo, coco e taninos; a amburana, notas de baunilha, cravo e canela.
Onde beber boa cachaça na cidade de São Paulo?
A capital paulista reúne os melhores bares de cachaça do país e destilarias urbanas, com rótulos de todas as regiões.
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O Anuário da Cachaça 2024, publicado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), confirma São Paulo como o segundo maior polo de cachaça do Brasil: são 179 cachaçarias registradas, atrás apenas de Minas Gerais. A produção se espalha por 115 municípios paulistas — a segunda maior dispersão do país — refletindo a relevância econômica e cultural da cachaça paulista no cenário nacional.
O estado vive um movimento de renascimento da cachaça paulista, que une destilarias históricas e novos projetos. O mapa produtivo é diverso: Pirassununga, terra da Cachaça 51 e da Companhia Müller; Itirapuã, casa da Barra Grande na Alta Mogiana; o Circuito das Águas, com Amparo e Monte Alegre do Sul; o Vale do Paraíba, de Taubaté a São Luiz do Paraitinga; e a capital, com suas destilarias urbanas e os melhores bares de cachaça do país.
O registro de cachaçarias no sistema Sipeagro, regulamentado pelo MAPA, assegura que a produção paulista atenda aos padrões de qualidade e segurança. Os rótulos do estado vão das cachaças tradicionais às mais inovadoras, com envelhecimento em madeiras como carvalho, amburana e jequitibá, que agregam aromas e sabores singulares.
No comércio exterior, o Brasil exportou 6,7 milhões de litros de cachaça para 74 países em 2024, gerando US$ 14,5 milhões — e São Paulo, com sua infraestrutura logística e localização estratégica, é protagonista desse fluxo. Os Estados Unidos lideram em valor (24,3% do mercado), e a Europa concentra 45,3% das exportações, com destaque para Alemanha e Portugal.
Em volume nacional, a produção declarada de 2024 alcançou 292,5 milhões de litros — alta de 29,6% sobre o ano anterior —, concentrada na região Sudeste (59% do total), onde São Paulo tem papel central. Cada cachaça paulista reflete o compromisso dos produtores com tradição e inovação, do interior canavieiro à coquetelaria da capital.
Explore abaixo as cachaças, os produtores e os alambiques de São Paulo mapeados pelo Mapa da Cachaça e descubra a força do segundo maior polo cachaceiro do Brasil.
Perguntas frequentes sobre a cachaça de São Paulo
São Paulo é um grande produtor de cachaça?
Sim. Segundo o Anuário da Cachaça 2024, São Paulo é o segundo estado com mais estabelecimentos registrados — 179, atrás apenas de Minas Gerais (501) —, distribuídos por 115 municípios paulistas.
A Cachaça 51 é produzida em São Paulo?
Sim. A Cachaça 51 e a Companhia Müller ficam em Pirassununga, no interior paulista.
Que madeiras dão sabor às cachaças paulistas?
As cachaças de São Paulo costumam envelhecer em carvalho, amburana e jequitibá. O carvalho traz notas de baunilha, caramelo, coco e taninos; a amburana, notas de baunilha, cravo e canela.
Onde beber boa cachaça na cidade de São Paulo?
A capital paulista reúne os melhores bares de cachaça do país e destilarias urbanas, com rótulos de todas as regiões.






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