Jorge Amado, coquetel tradicional criado em Paraty, tem uma releitura feita com Tiê Canelinha

A união faz a força – e um coquetel delicioso também! Pedro Cellia da cachaça Princesa Isabel vai para Aiuruoca, Minas Gerais, preparar sua versão de um clássico de Paraty, o coquetel Jorge Amado.
A receita original do Jorge Amado leva a aguardente típica de Paraty chamada Gabriela Cravo e Canela, mas para esse versão Pedro usou a Tiê Canelinha dos produtores de Aiuruoca.
O centro histórico de Paraty foi cenário de gravação da novela baseada na obra de Jorge Amado, Gabriela, Cravo e Canela.
Para agradecer a temporada de Sônia Braga e toda equipe de produção, que contribui para divulgação de Paraty como destino turístico, os produtores da cidade criaram uma receita que leva cachaça, alguma base de açúcar (como melado ou xarope de açúcar) e, claro, cravo e canela. A bebida foi batizada de Gabriela e é hoje produzida por praticamente todos os produtores de Paraty.
As homenagens de Paraty não para por ai. A bartender Camila Paiva e Caju, proprietário do restaurante Terra do Fogo, desenvolveram uma receita de coquetel chamada Jorge Amado que leva a aguardente Gabriela Cravo e Canela. Em 2014, o coquetel se tornou oficial da cidade quando Camila ganhou o Campeonato de Coquetéis com Cachaça de Paraty, realizado pela Associação dos Produtores e Amigos da Cachaça de Paraty (Apacap).

Receita completa
Pedro Cellia preparou sua versão do clássico de Paraty usando a Tiê Canelinha, dos produtores de Aiuruoca (MG), no lugar da aguardente Gabriela Cravo e Canela usada na receita original.
O Jorge Amado foi desenvolvido pela bartender Camila Paiva e por Caju, do restaurante Terra do Fogo, em Paraty. Em 2014 tornou-se coquetel oficial da cidade após Camila vencer o Campeonato de Coquetéis com Cachaça de Paraty. Aqui ele ganha releitura com a Tiê Canelinha.
É uma bebida criada pelos produtores de Paraty com cachaça, base de açúcar (melado ou xarope) e cravo e canela, homenageando a novela Gabriela, Cravo e Canela gravada na cidade. Nesta versão o papel da canela fica por conta da Tiê.
Num copo de caipirinha vão meio limão taiti, 20 ml de xarope simples e 40 ml de maracujá; completa-se com gelo e, por fim, 50 ml de Tiê Canelinha, misturando com bailarina. Conheça o rótulo na página do produtor Tiê.
Vale conhecer a batida de maçã com Tiê Canelinha e a batida de tomate inspirada no Bloody Mary.
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