
Produzida desde 1988, essa tradicional cachaça salinense é criação de Noé Santiago, sobrinho do lendário Anísio Santiago, e segue os princípios da escola cachaceira criada por seu tio e mestre. O produtor faleceu em 2008, aos 69 anos, deixando como legado a identidade de sua marca que contribuiu para consolidar Salinas como a terra da cachaça. A tradição vem sendo mantida por seu filho Eilton Santiago.
Alessandra Trindade, em Cachaça: um amor brasileiro, relata que a bebida se chamaria “Cana Rinha”, nome popular de uma variedade de cana usada na produção da cachaça. Mas, como houve erro de impressão no rótulo, o produtor adotou Canarinha mesmo – e a cachaça ganhou asas e um mascote bem brasileiro.

Cada nota vem da nossa avaliação às cegas, conduzida por um painel de especialistas e calculada pela metodologia Mapa da Cachaça.
É a régua de qualidade da casa — o nosso selo na garrafa.
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