Avaliado pelo Mapa da Cachaça

Filippini

Rio Grande do Sul
1930
A Filippini começa no fim do século XIX, quando o imigrante italiano Erasmo Filippini trouxe ao Alto Uruguai gaúcho o saber da produção de vinhos e grappa — hoje aplicado à cachaça de Erechim (RS).
3
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Moenda de cana-de-acucar
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A história

A história da Filippini

A história da Filippini começa no final do século XIX, quando o imigrante italiano Erasmo Filippini, alfaiate de profissão, chega ao Brasil trazendo na bagagem o conhecimento da produção de vinhos e grappa. Já no Alto Uruguai gaúcho, às margens do Rio Uruguai, o encontro com a cana-de-açúcar abriria caminho para um novo destino. Foi nos anos 1930, incentivado por seu filho Ermelindo, que a família enxergou na cachaça de alambique não apenas uma oportunidade econômica, mas uma verdadeira vocação.

Durante décadas, a produção artesanal de cachaça esteve no centro da vida da família. Com as transformações do setor a partir dos anos 1980 — aumento de custos e avanço da cachaça industrial —, o alambique foi temporariamente deixado de lado. Ainda assim, o vínculo com o universo das bebidas permaneceu. Em 1992, Assis Erasmo Filippini, ao lado da esposa Lenir e dos filhos André e Romeu, funda em Erechim (RS) um novo empreendimento, mantendo o foco na padronização, qualidade e desenvolvimento de bebidas.

O retorno ao alambique

Em 2014, a Filippini retoma de forma consciente e madura sua essência original com o lançamento da linha de Cachaças Premium, resgatando o saber artesanal herdado de gerações. Produzidas no Alto Uruguai gaúcho — região de clima frio e condições singulares para o cultivo da cana —, as cachaças de alambique Filippini nascem de pequenas bateladas em alambiques de cobre, combinando tradição e tecnologia: controle rigoroso de temperatura, uso de leveduras selecionadas e envelhecimento em barricas de carvalho importadas.

Cada rótulo carrega a identidade do alambiqueiro e do território, expressando uma visão de cachaça onde técnica, tempo e sensibilidade caminham juntos.

Símbolo do território

O quero-quero, ave-símbolo do Rio Grande do Sul, é presença constante nas manhãs frias da safra no Alto Uruguai. Personagem de lendas, cantigas e da paisagem local, tornou-se também símbolo da cachaça Filippini — um elo entre natureza, cultura regional e a história viva da família.

Como se produz

O alambique

Fazenda
Responsável
André Filippini
Produção anual
— mil litros
Marcas
Cana própria
Sim
Destilação
Madeiras que trabalham
Galeria

Fotos e vídeos

A chancela do Mapa da Cachaça

O que o painel avaliou

3 avaliações oficiais

Cada nota vem da nossa avaliação às cegas, conduzida por um painel de especialistas e calculada pela metodologia Mapa da Cachaça. 

É a régua de qualidade da casa — o nosso selo na garrafa.

92.5
avaliado em 2026
Filippini Ouro Carvalho - 0326
Envelhecida em carvalho
87.5
avaliado em 2026
Filippini Blend Premium Castanheira Jatobá - 05202255
Blend envelhecido
91
avaliado em 2026
Filippini Blend Premium Amburana Carvalho - 05202255
Blend envelhecido
A linha

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