Iphan inicia processo para reconhecer a cachaça de alambique como patrimônio cultural

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Durante o Festival da Cachaça de Brasília, o Iphan iniciou o processo que pode transformar o modo de fazer cachaça de alambique em Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Uma celebração da tradição e do território.

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) deu um importante passo rumo à preservação da cachaça de alambique como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. O anúncio foi feito durante a segunda edição do Festival da Cachaça de Brasília, realizada no estacionamento da Arena BRB Nilson Nelson, na última quinta-feira (29/5).

O processo, que começa com a identificação das referências e tradições associadas ao modo de fazer cachaça em diferentes regiões do país, busca reconhecer e valorizar esse saber tradicional que atravessa gerações e molda a cultura brasileira. A formalização do pedido de registro por parte dos produtores permitirá ao Iphan realizar estudos e mapeamentos que destaquem a diversidade e a riqueza cultural desse ofício.

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O festival, que reúne mais de 600 rótulos apresentados por 96 expositores vindos de diversas partes do Brasil, serviu como vitrine para essa iniciativa. Além de destacar a qualidade e a diversidade da cachaça nacional, o evento agora se torna também um marco na trajetória de reconhecimento do valor cultural e histórico do modo artesanal de produção da bebida.

O próximo passo será a criação de um grupo de trabalho para dar andamento ao processo, inspirado em iniciativas semelhantes, como o reconhecimento do modo de fazer do queijo artesanal mineiro.

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O Mapa da Cachaça é um projeto cultural e educativo criado com o objetivo de divulgar e valorizar a cachaça, que é um patrimônio cultural e um dos símbolos da identidade brasileira.