
Em 1986, Sérgio Ribeiro Monteiro resolveu deixar de lado a produção de leite e café, voltando-se para a cachaça em Guaranésia, Minas Gerais. A fabricação durou até 1996, quando foi suspensa. Em 2013, Victor, seu filho, assumiu a responsabilidade, produzindo cerca de 5 mil litros por safra, com Sérgio oferecendo suporte remoto. Na época, utilizavam um alambique de inox com serpentina de cobre.
Reginaldo, um investidor, juntou-se ao projeto em 2013 com o objetivo de modernizar o alambique e transformar a cachaça em um negócio rentável. Em 2016, o alambique passou por uma reforma completa, com a nova estrutura sendo inaugurada na safra de 2019. As melhorias incluíram um alambique de cobre aquecido por caldeira e controle de temperatura na fermentação, garantindo qualidade e consistência na produção. A Minas Uai se destacou em uma região com muitos produtores informais.
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