Saliníssima

Minas Gerais
Da histórica Fazenda Matrona, na região de Salinas (MG), a Saliníssima mantém viva a tradição mineira desde 1955, com versões envelhecidas em madeiras nobres do cerrado.
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Fazenda onde é produzida a cachaça Saliníssima do mestre alambiqueiro Lucas Mendes
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Tradição salinense da Fazenda Matrona

A Saliníssima nasce na histórica Fazenda Matrona, em Taiobeiras, na microrregião de Salinas (MG). A produção de cana e cachaça na família remonta aos anos 1930, com Olímpio Mendes de Oliveira; hoje o neto José Lucas a conduz, seguindo a Escola Anísio Santiago. A marca integra o portfólio da Natique Osborne.

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A história

A história da Saliníssima

Produzida artesanalmente na histórica Fazenda Matrona, em Salinas, Minas Gerais, a Cachaça Saliníssima mantém viva a tradição mineira desde 1955. Descubra suas variedades envelhecidas em madeiras nobres e sua “branquinha” autêntica.

Produção Artesanal desde 1955

Tradicionalíssima da região de Salinas, a Cachaça Saliníssima é produzida em Minas Gerais, na histórica Fazenda Matrona. Com uma trajetória que remonta a 1955, a fazenda é reconhecida por sua dedicação à produção de cachaças artesanais de alta qualidade, mantendo viva a autenticidade mineira em cada gole.

Variedades de Cachaça Saliníssima

Saliníssima Amburana: Envelhecida em barris de amburana, esta cachaça é a mais recente adição à família Saliníssima. Seu processo de envelhecimento confere um sabor suave e equilibrado, ideal para ser apreciada em doses puras ou em drinks especiais.

Saliníssima Ouro: Esta cachaça é envelhecida em barris de bálsamo, uma madeira brasileira tradicionalmente utilizada para envelhecer as melhores cachaças da região de Salinas. O resultado é uma bebida com características únicas e marcantes.

Saliníssima Prata: Conhecida como “branquinha”, esta cachaça não passa por envelhecimento em barris, preservando os padrões artesanais das cachaças de Salinas. É a escolha perfeita para preparar caipirinhas autênticas e saborosas.

A Fazenda Matrona

A Fazenda Matrona, localizada na região de Salinas, Minas Gerais, é o berço da Cachaça Saliníssima. Desde 1955, sob a liderança de Olímpio Mendes, a fazenda se dedica ao cultivo de cana-de-açúcar para a produção de cachaças e rapaduras. Inicialmente, as cachaças eram engarrafadas à mão e vendidas na própria casa de Olímpio, enquanto as rapaduras eram comercializadas na cidade aos sábados, após serem transportadas em carro de boi.

No processo de produção, Alfredo Mendes de Oliveira, filho de Olímpio, cuidava do transporte e moagem da cana, enquanto Olímpio se dedicava à fermentação e alambicagem da cachaça. Nos anos 90, Alfredo e seu filho, Lucas Mendes, assumiram a fazenda, mantendo a tradição da produção artesanal. Em 2003, o engenho passou por melhorias estruturais e na infraestrutura, sem perder a essência artesanal.

Hoje, a Fazenda Matrona continua nas mãos da família de Olímpio, consolidando-se como uma das mais importantes produtoras de cachaça da região de Salinas.

Natique Osborne

A Saliníssima, renomada marca de cachaça, é detida pela Natique Osborne, uma empresa que teve sua origem nos anos 90 por meio dos visionários Luis Henrique Munhoz e Renato Almeida Prado. A jornada começou após uma inspiradora viagem ao Espírito Santo, onde a dupla descobriu a Xiboquinha, cujo sucesso os motivou a distribuir a bebida em todo o Brasil.

Em 2013, a Natique Osborne formou uma parceria estratégica com o grupo espanhol Osborne, célebre por seus vinhos de Jerez.

Curiosidade

A Saliníssima segue a receita tradicional da Escola Anísio Santiago, com leveduras selvagens e milho, e envelhecimento em barricas de bálsamo — assinatura da região de Salinas.
Como se produz

O alambique

Fazenda
Fazenda Matrona
Responsável
Natique Osborne
O que produz
Produção anual
250 a 300 mil litros
Cana própria
Sim
Destilação
Madeiras que trabalham
Galeria

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Rótulos da Saliníssima

3 cachaças
Saliníssima Prata
Saliníssima Bálsamo
Saliníssima Amburana
Perguntas frequentes

Tudo sobre a Saliníssima

Qual a origem da Saliníssima?

A Fazenda Matrona, em Taiobeiras (microrregião de Salinas), onde Olímpio Mendes de Oliveira produzia cana e cachaça desde os anos 1930.

Quem produz a Saliníssima hoje?

O neto José Lucas, da terceira geração da família Mendes, que construiu uma nova destilaria (250 a 300 mil litros por ano).

Como é a produção da Saliníssima?

Segue a Escola Anísio Santiago, com leveduras selvagens e milho na fermentação, e envelhecimento em barricas de bálsamo.

A Saliníssima faz parte de um grupo maior?

Sim; integra o portfólio da Natique Osborne, ao lado de marcas como Santo Grau e Espírito de Minas.

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