
A Divina Cana é uma das cachaças que sobem ao palco da 3ª etapa do Cachaça Classics Cocktails, em Belo Horizonte, nesta quinta-feira (6 de agosto), na Casa Alvorada. Considerado o maior concurso de coquetelaria com cachaça do país, o evento reúne bartenders e destilados de diferentes cidades e regiões do Brasil numa disputa que celebra a criatividade da coquetelaria nacional.
Idealizado por Fábio Freitas, o Cachaça Classics Cocktails nasceu para valorizar a cachaça de alambique como ingrediente nobre da alta coquetelaria. Ao longo das edições, o circuito já passou por Rio de Janeiro, Salvador, Vitória, São Paulo e cruzou o Atlântico até Lisboa e Porto, em Portugal. No formato do concurso, cada bartender reinterpreta clássicos ou cria coquetéis autorais tendo a cachaça como base.
Entre os quatro bartenders que defendem a Divina Cana na etapa de BH estão Felipe Aguiar da Silva, do Trintaeum Restaurante (@menino_do_bar); Amanda Aparecida de Jesus, do Mina Jazz Bar (@amandaabartender); Marcela Madi, chefe de bar do Kanpai (@mar.dmadi); e Jocássia Coelho, do Avra Bar e do Whisper Bar (@jocassiacoelho). Cada um leva ao balcão sua própria leitura da cachaça, mostrando a versatilidade do destilado nas mãos de quem faz a coquetelaria mineira.




Nascida no Sul de Minas, em Três Pontas, a Divina Cana é fruto da história de Paulo Rodrigues, que transformou memórias de infância entre alambiques do interior mineiro em um dos rótulos mais autorais de Minas. Sua linha inclui a Divina Cana Netuno e a Divina Cana Júpiter, envelhecidas em diferentes madeiras — perfis que ganham novas camadas quando levados à coquetelaria.

Além da Divina Cana, a 3ª etapa de BH reúne cachaças de diferentes regiões do Brasil, cada uma com o seu estilo — de brancas frescas a envelhecidas em madeiras brasileiras. Também disputam o concurso a Vibra Brasil, a Pai Dela, a Dos Patrões, a GV Destilaria, a Mineiriana, a Colombina, a Maria Andante e a Meu Segredo, formando um panorama da diversidade da cachaça de alambique nas mãos dos bartenders.
Entre as participantes, um destaque especial vai para a Vibra Brasil. Produzida em Monte Alegre de Minas, no Triângulo Mineiro, a Vibra Brasil é o projeto de Givago Pires Alvarenga, que veio do agronegócio e mergulhou de vez na cachaça de alambique. Sua linha vai da Vibra Brasil Prata à envelhecida Vibra Brasil Amburana, passando por rótulos em madeiras como bálsamo, castanheira e jequitibá.
A disputa integra um movimento que vem reposicionando a cachaça como destilado premium, capaz de protagonizar drinks sofisticados sem perder a identidade brasileira.
É um concurso internacional de coquetelaria que usa a cachaça de alambique como ingrediente principal, idealizado por Fábio Freitas para valorizar o destilado como ingrediente nobre. Antes de Belo Horizonte, o circuito já passou por Rio de Janeiro, Salvador, Vitória, São Paulo, Lisboa e Porto.
Entre os competidores que levam a Divina Cana ao balcão estão Felipe Aguiar da Silva, do Trintaeum Restaurante (@menino_do_bar); Amanda Aparecida de Jesus, do Mina Jazz Bar (@amandaabartender); e Marcela Madi, chefe de bar do Kanpai (@mar.dmadi).
Os rótulos da Divina Cana, como a Netuno e a Júpiter, têm ficha no Mapa da Cachaça. Você pode conhecer a linha completa e a história do alambique no perfil do produtor.
A Divina Cana é uma cachaça mineira do Sul de Minas, ligada a Três Pontas e Turvolândia. Nasceu da história de Paulo Rodrigues, que transformou memórias de infância entre alambiques do interior em um alambique autoral.



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