O Vibra Mule coquetel é a versão de cachaça do Moscow Mule, drinque criado nos Estados Unidos na década de 1940 e eternizado na icônica caneca de cobre. No lugar da vodca, entra a cachaça Vibra Brasil Prata, em receita de Bruno Pasquini.
O charme do mule está no contraste: a picância da ginger beer, a acidez do limão e a base alcoólica refrescante, tudo servido bem gelado na caneca que mantém a temperatura baixa por mais tempo.
A Vibra Brasil Prata, branca de 89,5 pontos na degustação às cegas do Mapa da Cachaça realizada em 2026, traz maciez e notas de cana e flor de laranjeira que combinam muito bem com o gengibre. É uma cachaça pensada para coquetéis leves, e aqui ela mostra serventia.

Uma espuma de gengibre por cima reforça o aroma picante e dá um acabamento moderno. Com suco de limão fresco e muito gelo, o Vibra Mule é um long drink fácil de montar e perfeito para receber em casa.
O grande truque do Vibra Mule é a temperatura: a caneca de cobre conduz o frio rapidamente e mantém a bebida gelada do primeiro ao último gole. Use bastante gelo, uma ginger beer de qualidade e capriche na espuma de gengibre, que reforça o aroma picante logo no primeiro contato. A Vibra Brasil Prata, idealizada por Givago Alvarenga no Cerrado mineiro, é uma branca macia que sustenta o drinque sem competir com o gengibre — conheça a história da marca neste perfil da Vibra Brasil.

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Bruno Pasquini, paulistano de 40 anos, é publicitário e entusiasta da coquetelaria clássica. Curador da página Manual de Coquetelaria no Instagram, onde reúne 90 mil seguidores, ele desenvolveu o defumador NEBBIA e estabeleceu parcerias com grandes marcas de cachaça e bebidas. Desde 2016, estuda coquetelaria e lançou a apostila 6 Pilares da Coquetelaria, com conteúdo prático e técnico. Recentemente, tornou-se campeão da etapa São Paulo do Cachaça Classics Cocktail com o coquetel SOZEPPE, criado em parceria com a Cachaça SÔZÉ.
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