Receita de Ana Soares: gemada cremosa com gemas de galinha caipira, açúcar refinado e cachaça de boa qualidade. Tradição brasileira em uma xícara.

A gemada com cachaça é uma das receitas mais tradicionais e afetivas da culinária brasileira. Presente nas cozinhas de avós e nas mesas de famílias do interior, esse creme simples de gemas batidas com açúcar e aromatizado com cachaça carrega memórias e sabores que atravessam gerações. Oferecida por Ana Soares, esta receita preserva a essência de um preparo que é ao mesmo tempo sobremesa, revigorante e ato de carinho.
O segredo da gemada perfeita está na técnica de bater as gemas de ovo caipira com o açúcar refinado até dobrar o volume. O batedor de arame — o clássico fouet — incorpora ar à mistura, criando um creme leve e espumoso de cor amarelo-ouro. A cachaça Gogó da Ema 4 anos entra por último, como toque aromático que transforma o doce em algo especial. Ana Soares sugere usar cachaça de boa qualidade, pois o destilado é protagonista do sabor final.

Receita completa
A gemada pode ser servida pura, às colheradas, ou acompanhada de pão tostado na manteiga — uma combinação clássica que equilibra a cremosidade do doce com a crocancia do pão. Para uma versão mais sofisticada, Ana sugere bater as gemas em banho-maria, transformando a receita em um zabaione aromatizado com cachaça. Servida com salada de frutas perfumada ao manjericão roxo — como o chef Laurent Suaudeau aprecia —, a gemada ganha ares de sobremesa de restaurante sem perder sua alma caseira.
A receita original pede gemas de galinha caipira ou de galinha de angola, e não é por acaso. As gemas caipiras têm cor mais intensa e sabor mais pronunciado que as industriais, resultado da alimentação natural das aves. A galinha de angola, por sua vez, produz ovos menores mas com gemas proporcionalmente maiores e mais saborosas. Essa escolha de ingredientes de qualidade é o que transforma uma receita simples em algo memorável — a mesma filosofia que guia a escolha de uma boa cachaça de alambique.



A receita leva a cachaça Gogó da Ema 4 anos Carvalho Francês, adicionada por último como toque aromático. Ana Soares sugere usar uma cachaça de boa qualidade, já que o destilado é protagonista do sabor final — conheça o rótulo na página do produtor Gogó da Ema.
O segredo está em bater as gemas com o açúcar refinado até dobrar o volume, usando um batedor de arame (fouet) que incorpora ar e cria um creme leve e espumoso de cor amarelo-ouro. Só então se aromatiza com a cachaça da Gogó da Ema e serve imediatamente.
As gemas caipiras têm cor mais intensa e sabor mais pronunciado que as industriais, resultado da alimentação natural das aves. A receita aceita também gemas de galinha de angola. É essa base que sustenta o aroma da cachaça Gogó da Ema na gemada.
A gemada pode ser servida pura, às colheradas, ou com pão tostado na manteiga. Batendo em banho-maria, ela vira um zabaione aromatizado com cachaça, delicioso com salada de frutas ao manjericão roxo. Todas as versões valorizam a cachaça Gogó da Ema como protagonista.
