A caipirinha mais brasileira de todas, preparada com a cachaça orgânica Flor das Gerais Jequitibá Rosa, limão taiti fresco e xarope simples, resultando em

Patrimônio da coquetelaria brasileira, a caipirinha dispensa apresentações. Nesta versão, o drink ganha uma dimensão especial ao ser preparado com a cachaça Flor das Gerais Jequitibá Rosa, do alambique Flor das Gerais, localizado em Felixlândia-MG, no coração de Minas Gerais. A combinação da cachaça orgânica com Limão Taiti fresco e Xarope de açúcar resulta em uma caipirinha equilibrada e aromática.
A Flor das Gerais Jequitibá Rosa, envelhecida em barris de jequitibá-rosa por 24 meses, traz notas de erva-doce e baunilha que se harmonizam perfeitamente com a acidez do limão. O resultado é uma caipirinha que vai além do convencional, revelando camadas de sabor que surpreendem a cada gole.

Receita completa
A história da Flor das Gerais remonta a 1912, quando Juvenil Teixeira construiu o primeiro engenho na Fazenda Mourões da Porteira. Décadas depois, seu neto Adão Teixeira retomou a produção, e hoje Daniel Duarte, engenheiro agrônomo formado pela UFMG, conduz a modernização do alambique. A produção utiliza sete hectares de cana orgânica cercados por mata nativa, com fermentação por levedura selvagem e destilação em alambique de fogo direto no formato cebolão.
O segredo está na maceração: pressione as fatias de limão com firmeza suficiente para extrair o suco e os óleos essenciais da casca, mas sem esmagar a parte branca, que pode amargar. O xarope simples pode ser preparado em casa com partes iguais de água e açúcar cristal aquecidos em fogo médio. A folha de limoeiro como guarnição adiciona um aroma fresco e elegante ao drink.






A receita leva a Flor das Gerais Jequitibá Rosa, cachaça orgânica envelhecida em barris de jequitibá-rosa por 24 meses, que traz notas de erva-doce e baunilha para se harmonizar com a acidez do limão taiti.
O segredo está em pressionar as fatias de limão com firmeza suficiente para extrair o suco e os óleos essenciais da casca, mas sem esmagar a parte branca, que pode amargar. Para dominar bem a base, consulte a receita oficial da caipirinha.
A produção usa sete hectares de cana orgânica cercados por mata nativa, com fermentação por levedura selvagem e destilação em alambique de fogo direto no formato cebolão. A história começa em 1912, na Fazenda Mourões da Porteira, e hoje é conduzida por Daniel Duarte — conheça mais na página do produtor Flor das Gerais.
Basta aquecer partes iguais de água e açúcar cristal em fogo médio até dissolver. Ele equilibra a acidez do limão sem pesar. A mesma Flor das Gerais Jequitibá Rosa serve para outras variações da caipirinha.
Além da caipirinha, a marca rende releituras de clássicos, como o Morrito, releitura do Mojito, e o Mestre Conga, releitura de Negroni.

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